segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Vulnerável. Não sei se esta é a palavra certa, porque, após 1 mês vejo-me num emaranhado de coisas que não fazem muito sentido. Parece que acordo no dia seguinte com menos confiança, menos ingenuidade, mais frieza, e o pior de tudo, mais amor. Sinto-me na obrigação de derramar ao menos uma lágrima por dia, me adentrar na solidão por alguns minutos, para depois encarar o dia, ou a noite, não tem hora pra acontecer, sabe? Apenas acontece, do nada.
Temo em estar descontrolado.

domingo, 9 de outubro de 2011

Sabe o que eu acho? Acho que essas coisas passam rápido. Tudo bem, não tão rápido a ponto de gritar 'ah', mas é rápido sim. E sabe o que você faz? Simplesmente se rebela. Adoro isso. Talvez possa não ser o melhor dos fortalecimentos, mas foda-se, a vida foi feita pra ser aproveitada. No fundo, no fundo, ninguém dá a mínima se você está com a cara emburrada no seu cantinho, querem mesmo que você seja motivo dos seus sorrisos. O que consola (depois) é que tem um monte de  bundas, peitos, olhos brilhando, e o melhor de tudo, diferentes.