quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
sábado, 5 de novembro de 2011
Saudade puta! Vontade de balançar braços e pernas em movimentos frenéticos. E sim, de agonia. O que minha retina capturou foi se arrastando pruma parte do corpo humano que imagina um gosto de língua, um cochicho no ouvido, uma cantoria desafinada da música tema, o contato da pele, uma mistura agradável de aromas, tudo quase utópico (como talvez o modo que estou vivendo ultimamente), agarrado à lembranças e danças. Mandei um sorriso e não corri, como você quis. De repente começo a perceber o avesso, um amor que, por falta de controle, transformou-se em saudade, do que tive, do que me foi intenso, ao ponto de estar assim, meio termo.
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Vulnerável. Não sei se esta é a palavra certa, porque, após 1 mês vejo-me num emaranhado de coisas que não fazem muito sentido. Parece que acordo no dia seguinte com menos confiança, menos ingenuidade, mais frieza, e o pior de tudo, mais amor. Sinto-me na obrigação de derramar ao menos uma lágrima por dia, me adentrar na solidão por alguns minutos, para depois encarar o dia, ou a noite, não tem hora pra acontecer, sabe? Apenas acontece, do nada.
Temo em estar descontrolado.
Temo em estar descontrolado.
domingo, 9 de outubro de 2011
Sabe o que eu acho? Acho que essas coisas passam rápido. Tudo bem, não tão rápido a ponto de gritar 'ah', mas é rápido sim. E sabe o que você faz? Simplesmente se rebela. Adoro isso. Talvez possa não ser o melhor dos fortalecimentos, mas foda-se, a vida foi feita pra ser aproveitada. No fundo, no fundo, ninguém dá a mínima se você está com a cara emburrada no seu cantinho, querem mesmo que você seja motivo dos seus sorrisos. O que consola (depois) é que tem um monte de bundas, peitos, olhos brilhando, e o melhor de tudo, diferentes.
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Sou um covarde, um ingrato, um mentiroso, não consigo fazer as pessoas felizes porque há uma sede de coisas pecaminosas que giram ao meu redor. E o pior que você me apresentou a isso. Eu não te amo, aliás, nunca te amei, sou infantil demais a ponto de jogar palavras que valem e depois trocá-las por carne. Vivi com você durante dois meses e consegui destruir tudo isso em 1 dia apenas com mentiras. Queria realmente que palavras falassem, porque agora trilhei por um caminho difícil, e sei que vou sofrer, mas a escolha é minha, porque me reduzo a fezes diante de pessoas que não valem um prato dela. Pois é, meu choro e todos os votos de felicidade e amizade falsos foram descobertos. E eu não posso fazer nada além de lamentar que perdi algo muito valioso. Não te peço desculpas, porque sinceramente sei que não vou tê-las. Me bata, deixe-me um olho roxo, alguém me persuadiu e eu ofereci meu corpo, você precisa saber que eu não sei o que é o amor porque o troquei por gozo, e quando isso passar não vai restar mais nada além de solidão.
Adeus.
Adeus.
sexta-feira, 29 de julho de 2011
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